Alamar – "O Sucesso do Espiritismo no Cinema"

O sucesso do Espiritismo no cinema
Homenagem Inicial

Na condição de espírita que não tem nenhuma dificuldade em reconhecer os valores de outros espíritas, de não ser omisso em relação às inúmeras coisas boas que fazem outros espíritas e de não ser frio, indiferente e omisso em relação às grandes realizações de outros espíritas, quero aqui fazer a minha homenagem ao espírita cearense Luiz Eduardo Granjeiro Girão, o grande pioneiro em levar o Espiritismo para o cinema.
Conforme todos sabemos, vários filmes, inclusive muitos produzidos em Hollywood, foram feitos, e continuam sendo feitos, focando mediunidade, manifestação de espíritos e reencarnação. Ou seja, assuntos afins com o Espiritismo. Mas nenhum deles foi feito com o rótulo espírita e muito menos com objectivo de divulgar o Espiritismo, posto que eles não foram produzidos por espíritas e sim por gente que nem, ao menos, conhece o Espiritismo.
O pioneiro em filmes autenticamente espíritas, feitos com objectivos de divulgar o Espiritismo, foi o cineasta Allan Bispo, do Rio de Janeiro, que não teve condições de levar os seus projectos em frente, porque é um homem sem recursos, que nunca teve apoio do movimento e de nenhum empresário espírita. A sua luz teve que ficar debaixo do alqueire.
Aí surgiu o Luiz Eduardo Girão, que é empresário de grande porte, bem sucedido, que já vinha tendo sucesso na realização de eventos com teatro espírita em Fortaleza, desde 2001, e resolveu, também, investir em cinema. Ele faria o filme de qualquer jeito, com os espíritas, sem os espíritas e apesar dos espíritas, já que dispunha de recursos para bancar a produção. Não dependia de levar nada a apreciação de directoria nenhuma, para ver gente que não entende do assunto dar opinião e até vetar o seu projecto.
Foi a partir dele que surgiu o filme Bezerra de Menezes, um filme autenticamente espírita, produzido com objectivos de divulgar o Espiritismo, nas telas do cinema, filme que custou mais de 3 milhões de reais e que despontou como um grande sucesso, tendo levado mais de 500 mil pessoas às bilheterias dos cinemas, chamando atenção de toda a mídia, inclusive com registro nos principais programas da televisão assim como das grandes revistas e das colunas de jornais.
A partir daí, todo mundo começou a ficar de olho no produto espiritismo.
Esse “todo mundo”, que eu me refiro, é o produtor de cinema não espírita, porque dentro do movimento espírita mesmo, nada mudou, ninguém está nem aí, ninguém fala nada, não se vê reuniões e projectos dentro das instituições espíritas para conversar sobre cinema, já que a divulgação da doutrina continua a ser algo sem importância nenhuma para os espíritas.
É sobre esse interesse do mercado comum de cinema, fora do movimento, que eu vou falar, nesta matéria. Mas não posso deixar de reconhecer que o responsável por isto é o Luiz Eduardo, ele é o pioneiro, que merece os nossos aplausos e o nosso carinho, como homem que já está na história do Espiritismo, no mundo. Ele fez, no campo do cinema, com o filme “Bezerra de Menezes – Diário de um espírito”, o que outro maluco fez, em 1998, no campo da imprensa escrita, com a revista “Visão Espírita”.
Vai daqui o meu carinhoso abraço e os mais calorosos aplausos, de pé, a mais este bandeirante da divulgação espírita e quero sugerir aos meus queridos amigos e amigas, espíritas de bom gosto e de bem com a vida, leitores, que também sabem da relevância da divulgação da nossa doutrina, para que mandem, a ele, a sua manifestação de carinho e reconhecimento. O seu e-mail legirao@hotmail.com.
Parabéns, Luiz Eduardo, você é um espírita consciente e não omisso em levar ao mundo a excelência do conhecimento espírita.
O filme “Chico Xavier” que estreia em 2 de Abril.
Todo o Brasil já está assistindo aos trailers do filme, pela Rede Globo, pela Internet e por tudo quanto é canto, produção esta que, certamente, deverá ser o maior recorde de bilheteira do cinema brasileiro, um verdadeiro fenómeno.
Poucos são os filmes brasileiros que trazem tantos artistas famosos, de primeira linha, como está trazendo o “Chico Xavier”.
Você já percebeu que os filmes, normalmente, trazem apenas um, dois ou três artistas famosos? Raro é o filme que apresenta 4 e, no máximo, 5 nomes famosos.
Agora observe bem o trailer do “Chico Xavier – O filme”, e preste atenção na quantidade de nomes de destaque, na televisão:
Tony Ramos, Nelson Xavier, Ana Rosa, Giovanna Antonelli, Cássio Gabus Mendes, Ângelo Antonio, Christiane Torloni, Giulia Gam, Letícia Sabatella, Luis Melo, Pedro Paulo Rangel, André Dias, Paulo Goulart, Cássia Kiss, Rosi Campos, Carla Daniel, Ailton Graça, Olivia Byington, Cininha de Paula e muitos outros que estamos acostumados a ver nas grandes novelas da Globo.

É um fenómeno de artistas famosos, nunca visto em nenhum outro filme na história do cinema brasileiro.

Além de tudo isto, dirigido por um dos mais competentes e respeitáveis nomes dos tempos áureos da Rede Globo, que é o Daniel Filho. A produção é da Lereby, co-produção da Globo Filmes e da Estação da Luz e distribuição da Columbia/Sony Pictures.
Você pode entrar no site, http://www.chicoxavierofilme.com.br e ver várias fotografias, trailer, mensagens do Chico, interpretadas pelos atroes e saber tudo sobre a produção, podendo deixar uma mensagem lá, a sua opinião e até votação sobre qual é o melhor cartaz para o filme, entre vários modelos que foram criados.
O que quero pedir agora, aos meus amigos, é que participem pra valer deste projecto, que divulguem o quanto puderem, apesar da divulgação que já existe na própria Rede Globo, e que todos os espíritas assistam ao filme, porque todos temos o dever de contribuir para que ele seja, de fato, o maior fenómeno cinematográfico do país.
O que vai acontecer, depois disto?
Mais produções de filmes espíritas, já que estará consolidada a ideia de que filme espírita é algo muito interessante para o cinema, com repercussões mundiais. O “Bezerra de Menezes” iniciou esta nova arrancada, o “Chico Xavier” tem que consolidar.
Só quero pedir mais um favor: Caso você frequente algum centro espírita, cujo dirigente e directoria é do tipo que condena tudo, que acha tudo perigoso, que vê televisão e cinema necessariamente com estímulo a vaidade dos outros e que não admitem, em hipótese alguma, que espíritas façam sucesso, diga a eles, em princípio, o seguinte:
. Nenhum espírita está ganhando dinheiro “às custas da doutrina”, com este filme, que é produzido por não espíritas e não por espíritas. É óbvio que eles, que investiram mais de 8 milhões de reais, vão ganhar dinheiro, e Deus ajude que eles ganhem o máximo possível, porque todo trabalho digno deve ser aplaudido e remunerado a altura.
. Se não permitirem que o filme seja divulgado em seu centro, pode dizer para eles que o filme será sucesso, com eles, sem eles e apesar deles, porque a própria Globo está divulgando e o Brasil inteiro tomará conhecimento.
Só temos que dar graças a Deus pelo fato deste e dos outros filmes que aí estão chegando, não dependerem, em nada, do nosso movimento, já que, se dependessem, jamais se realizariam, em razão da argumentação de que no espiritismo ninguém nunca tem dinheiro pra nada, somos pobres, tudo é muito “humildezinho”, temos que nos mostrar sempre como miseráveis e a única coisa que temos é capacidade de comprar cadeiras plásticas, brancas, de 10 reais, para as pessoas se sentarem nos centros.
Vale relembrar que o gigantesco movimento espírita, é o segmento de maior poder aquisitivo, entre todos os segmentos religiosos/filosóficos do Brasil, o que mais tem cartão de crédito, o que mais compra carro zero quilometro, o que mais tem aplicações em bancos, o que mais viaja para o exterior, etc…
O filme Nosso Lar
É outro que estreará, em 3 de Setembro, no embalo do “Chico Xavier”. Outra grande produção, que traz o nosso querido Renato Prieto, o grande nome da dramaturgia espírita no Brasil, no papel do André Luiz, também para balançar os corações dos brasileiros.
Mas falarei sobre o Nosso Lar, mais adiante. Agora o enfoque é cuidarmos da explosão da estreia do “Chico Xavier – O filme”.
Partamos para a divulgação maciça, gente. Quanto mais cedo, melhor, assim como a Globo está fazendo. Ela poderia deixar para depois, considerando o fato de ser a poderosa Rede Globo, mas começou cedo, para marcar bem na mente das pessoas.
Para finalizar, lembremos do que disseram os espíritos, na época da codificação:
Se os espíritas falharem, nós falaremos nem que seja pelas pedras.
Para a apreciação de todos.
Carinhosamente.
Alamar Régis Carvalho
alamar@redevisao.net
http://www.redevisao.net/
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