Confrades:
1. Podemos considerar a vida de insulamento um direito do homem?
Não, a vida de insulamento contraria a lei natural.
2. E, quando a finalidade é evitar o contacto nocivo do mundo?
Também não se justifica, pois, o contacto denominado “nocivo”, é que deverá nos impelir para o exercício de transformação de todos.
3. Em que circunstâncias os Espíritos consideram legítimo o insulamento?
Quando objetiva-se tão soménte fazer o bem, e, cumprir a lei do trabalho.
4. É justificável o voto de silêncio prescrito por algumas ceitas?
Não, pois o homem priva-se da utilização do sentido da audição e fala, que nos foi dado como instrumento de desenvolvimento moral e espiritual.
Grato.
Marinho
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