OI RESPONDENDO AS PERGUNTAS:
1. Super proteger os filhos é não permitir que eles cresçam por si só, preservando-os do conheciemnto das realidades da vida,isso nao quer dizer que devemos larga-los sem ensinar-mos nada,que eles aprendam tudo sozinhos não, devemos orienta-los a se defenderem sozinhos, tambem não quer dizer que não vamos defender nossos filhos de colegas por exemplo, ou um grupo da escola que pratiquem bulin.Devemos de dar segurança aos nossos eles devem sentir que nós estamos preocupados com o que esta acontecendo com eles, que confiamos e sempre estaremos do seu lado desde que ele esteja agindo corretamente.
2.acho que respondi na nº1 né.
3. tenho 4(quatro) filhos e algumas experiencias pessoais, embora more numa cidade calma já tive com todos os filhos situações que tive que agir para fazer meus filhos confiarem neles mesmo por exemplo meu filho tinha pavor de um vizinho mais velho que prometia dar-lhe uma surra foi tanta pressão que tive que falar com o rapaz,outra ocasião os colegas de aula o chavam de “bixinha,viadinho,etc..”ele nao queria mais ir a aula um eu dizia_Lucas faz de conta que não é contigo,nao da importancia, um dia eu disse_tu é isso que eles estão dizendo,não então ignora ele foi dixando e isso passou. Já vivi esta situação com as meninas tambem por isso acho que devemos trabalhar a auto estima dos nossos filhos de nossos alunos protegendo com carinho evitando a superproteção.
4. Tem pessoas que não dão sussego aos filhos eles nao respiram sem ligar pra saber onde estão, o que estão fazendo
geram uma insegurança no jovem, o jovem precisa analizar qual é a situação e qual é atitude que deve ser tomada em determina ocasião, se prepararmos bem os jovens ele vai ser seguro sem se sentir superprotegido.
5. Esta é uma situação que a amioria das pessoas vivem arrumamos mil e uma atividade para as crianças ocuparem todo o tempo escola, aula de futebol,natação e tudo oque der pra o cupar o tempo que deveria ser dos pais dar atenção aos filhos e então… não conhecemos nossos filhos nem eles sabem quem são seus pais, um dia abrimos a porta pela manhã e… vemos um rapaz ou uma moça descendo de um carro todo(a) amarfanhado(a) e tem um resquicio daquela criança que eu deixava em frente da escola. Ele(a) cresceu eu não vi,_onde é que voce estava? não enche pai to morrendo de sono. Qual foi a parte que eu perdi?-Perdi todas as fazes achei que dar todo o material era o suficiente.
6. PAIS E MÃES, ouçam seus filhos eles querem ter limites, eles precisam de pais que lhes de amor eles precisam ouvir filho eu te amo, procurem a religiosidade, pratiquem a leitura do evangelho no lar, evangelize seus filhos, mudem seus comportamentos sejam o espelho ende deve refletir e imagem verdadeira do filho de DEUS,educamos pelo exemplo antes do que falar, qual é o pai que não quer a felicidade de seu filho mas nós somos o exemplo da felicidade?
Não sei se consigo corresponder estou participano do grupo a pouco tempo, pra mim tem sido muito boa a troca de esperiencias um beijo e até mais
Gente boa dessa sala. Eu costumo acompanhar , mas não falar(escrever).
Mas sobre este tema, resolvi falar um pouco. Tenho uma filha de 6 anos (quase completos), e na escola dela, que é católica e tradicional aqui da minha cidade, o Bullying começou na turma do ano passado, pré 3. A violência física, emocional e psicológica se confundiam na turma da manhã desta escola. E foi muito difícil compreender o que estava ocorrendo e agir. Mas consegui fazer com que ela não agisse violentamente, na maioria das vezes. Em outras ela se descontrolou, sim. E eu buscou conversar para cumprir o ano letivo até o final sem maiores problemas. É assustador saber que o bullying começa nesta idade, não é mesmo? E que alguns pais ainda acham sinônimo de personalidade…
Ocorre que, por força de outros acontecimentos ela foi transferida para a tarde, e para meu espanto, a turma da tarde a recebeu muito bem. Ela não enfrenta até agora, nada nem parecido com o que ocorreu no ano passado. as meninas mais violentas impediam as outras de levarem lancheira, chamando-as de bobas, burras, pobres, infantis…E de fazerem penteados diferentes. Elas só admitiam o rabo de cavalo! Vejam se pode?
A tarde, nada disso acontece. Ela está enfrentando os problemas normais do 1º ano do fundamental que já são muitos para eles: a leitura. O raciocínio. A aula em sala, e não mais no pátio brincando…Ou seja, estamos muito felizes em casa. Eu, ela e o pai. E acho que nossa amiga e companheira de estudos está com a razão. deve sim, manter suas crenças na não-violência e professá-las. A coordenação da escola de seu filho está, na minha opinião enagnada, mas não se espante, querida. Nem todos são capazes de compreender a paz em toda a sua extensão. Boa sorte. Que tudo se resolva da melhor forma possível.
Em 15 de março de 2010 14:01, rosemary ricci escreveu:
1) Proteger meu filho (que tem 12 anos) é caminhar junto à ele, inclusive com os problemas que fazem parte do mundo dele. Se ele é agredido na escola por exemplo, eu proucuro reunir os responsaveis dos envolvidos (pai, mae, tio) para resolver o problema juntos. Orientando que a atitude de violencia nao faz parte da minha conduta no processo de educação. Eu considero que uma experiencia de agressao fisica dentro de uma instituição escolar contra uma criança de 12 anos(por exemplo), deve ser sempre acompanhada pela presença dos pais. Estou vivendo essa experiencia no momento, um garoto de tb 12 anos e da mesma turma, torceu o dedo do meu filho de 12 anos causando dor. Fui ate a escola e ouvi da “Orientaçao” que estaria “superprotegendo” o meu filho, que situações como essas sao ‘comuns’ na escola e protegendo meu filho assim eu estaria tirando a oportunidade dele crescer. Eu nao vejo dessa maneira, porque ‘comum’ para mim é respeitar o outro, pois o respeito é uma pratica constante na minha casa, nao aceito isso como comum.
2) A superproteção para mim seria impedir que a mesma realizasse tarefas que uma criança de 12 anos pode fazer. Ou seja, quando o adulto toma a frente das atividades que uma criança poderia muito bem realizar sozinha, sem prejuizos a ela. E lembrando que cada caso é um caso e depende do contexto, na minha cidade por exemplo, sao 600 mil habitantes e o indice de violencia é alto, vejo crianças da mesma idade dos meus filhos andarem sozinhas, pegando onibus e talz, mas eu levo e busco meus filhos na escola.
3) Se a violencia é tida como ‘comum’, eu prefiro dizer que comum para mim é viver em paz, entao que os violentos se convertam em pessoas pacificas, pq eu nao aceito a condição contraria. Esse é um ponto de vista, que sempre retomo nas minhas discussões em reuniões, etc.
4) É preciso definir primeiro, o que seria considerado Superproteção. Buscar esse conceito na literatura, e verificar qual o conceito mais aceito. Depois, relacionar com as atitudes da criança para ver se realmente isso tem afetado o seu desenvolvimento e ainda que em algum aspecto da personalidade da crinaça transpareça esse afetamento, ainda assim é preciso tomar muito cuidado para nao fazer um julgamento errado.
5)Eu acredito que um pai/mae responsavel pela tarefa de educação e mais, comprometido com a missao que lhe fora confiada, consegue executar o seu papel, sem precisar se sentir culpado, basta dar qualidade aos momentos que estiverem juntos, mesmo no nosso mundo conturbado. Tem muitos pais que por inabilidade em educar seus filhos, usam a desculpa do tempo curto, facilitando a vida dos filhos por medo de eles se voltarem contra os pais. Os pais devem deixar bem claro quem é que esta no comando da educação.
ra.com.br
6) Cada pai e cada mae nao vieram com o manual de educação ao nascer, é mais facil enxergar o erro ou acerto do engenheiro, do dentista, do professor, porque estudaram para isso. Os pais erram e acertam, as vezes, no desespero de nao repetir os erros de nossos pais esquecemos que nossos filhos nao vivenciaram os ‘traumas’ vividos por nós (eu mesma tenho 43 anos), e acabamos construindo outros erros. O importante é nao esquecer que estamos no caminho da evolução e tudo que acontece é uma oportunidade de melhorarmos. Eu sempre peço ao Mestre Jesus que se coloque na frente de todas as coisas, que me de tranquilidade para resolver os problemas e que continue me orientando no trabalho de educação, que é o mais dificil de todas as tarefas a meu ver. Frequentamos a casa espirita e todos participamos da evangelização, nao somos perfeitos, por isso a constante busca.
Um abraço muito carinhoso à todos que participam dessa sala, e espero ter contribuido,
Rose
Estudos destinados à Família e à Educação no Lar
Tema: Proteção e superproteção
Período: 13/03 a 20/03
Ois, Gente Lindinha! Tudo azul, azul, da cor do céu e do mar?! 🙂
Proteger os filhos é uma das facetas da missão dos pais, mas quando essa proteção se torna excessiva, o desenvolvimento e crescimento dos filhos podem ser seriamente comprometidos,
Os pais superprotetores pensam que estão fazendo tudo de melhor para seu(s) filho(s) e embora não queiram o mal dos filhos, acabam facilitando demais a vida dos pequenos quando fazem tudo por ele ou o privam de alguma situação que acham perigosa. E isso se ve muito nos dias atuais, pela própria força do meio turbulento pelo qual estamos passando.
Muitos estudos demonstram que a superproteção é negativa para o processo de desenvolvimento e amadurecimento da criança, porque ela a incapacita para lidar com frustrações e, assim, impede que as crianças se desenvolvam de forma a lidar com as dificuldades e as frustrações.
Assim, vamos conversar, refletir e estudar um cadinho sobre essa questão da proteção e da superproteção de nossas crianças?
1) O que você considera como proteger seu filho?
2) E a superproteção o que seria?
3) De que forma você vem atuando com relação a esse aspecto? Por que pensa assim?
4) Vc acha que se pode mascarar a superproteção colocando-a como se fosse aspecto de discplina e liberdade? Por que?
5) O estilo de vida cada vez mais acelerado e ocupado dos pais leva – ou pode levar – a uma dificuldade no processo educativo dos filhos e, com isso, acarretar que os pais o dar e fazer tudo pelos filhos como forma de suprir a ausência?
6) Comente o que vc entende, pensa, sente, exemplifica sobre a questão desse aspecto na educação dos nossos filhos.
Aguardamos vcs, tá legal?! 🙂
Dia cor e amor
beijocas mineiras com carinho no coração
Equipe Educar CVDEE –
Contato: http://www.cvdee.org.br/contato.asp
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: